Desde que o mundo é mundo as pessoas criam seus "tipos" bem lá no fundo da mente. Homens e mulheres, é claro. Mas os "tipos" mudam porque - por dentro - todo mundo muda. O tempo todo. (Graças a Deus!). E quanto mais o universo de possibilidades se expande (porque você experimenta diferentes "tipos" por aí), mais você se concentra em detalhes que realmente fazem a diferença. Outro dia me perguntaram qual era o meu "tipo". Aí descobri: eu não tenho um "tipo". (Não fisicamente falando). Mas, peraí. Para mim, tanto faz que seja louro ou moreno, alto ou baixo, melhor que goste de chinelos e faça um peixe gostoso, mas o que conta não é isso. Pra mim, homem tem que pensar! Não um pensar que racionalize (embora seja de grande importância homens que nos tirem do nosso grande abismo emocional). Mas um pensar que sinta. Um entender que saiba antes mesmo do pensar. Dífícil? Acho que não. É um saber quase sem querer. Que só de olhar, já se sabe. Que só de escrever, já sente. Ou se não sabe, sabe que não sabe e não liga a mínima pra não entender. Porque mulher não foi feita pra se entender. Mulher foi feita pra se amar. Não acham? Taí uma boa conclusão. Se eu tenho um "tipo", acho que nada mais é do que um cara que goste de mim. Que me admire, me assuma e seja guerreiro. Porque - meus amores - eu não sou brincadeira."
(Fernanda Mello)

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